Me senti um astro do rock com Guitar Hero Live na Brasil Game Show 2015

Nem tudo nessa vida é rock’n roll, mas quando se trata de Guitar Hero Live é sim, jogamos um pouco desse novo jogo durante a BGS e aqui estão as nossas impressões.

Nunca fui bom em Guitar Hero, e provavelmente nunca serei, mas isso não significa que eu vá desistir de me divertir com jogos do gênero.

Pois bem, aceitei o desafio e graças ao Paulo (obrigado!), consegui jogar o novo Guitar Hero Live na Brasil Game Show que estava disponível para o público testar no estande da PlayStation durante os quatro dias de evento.

De cara parece apenas mais um jogo da série, os menus e a interface visual são aqueles com o qual nós já estamos acostumados, um tom mais oldschool e fazendo referência ao rock’n roll.

Tive pouco tempo e não consegui prestar atenção na lista de músicas disponíveis no jogo e no caso, na demo, mas entre os diversos artistas e bandas já confirmadas, podemos destacar Blink-182, Rage Against the Machine, Slipknot, Weezer entre outros.

O jogo, além de trazer uma nova dinâmica de gameplay e um novo modelo de guitarra, vem para ser uma espécie de reboot da série.

Falando da guitarra, talvez seja esse o modelo mais difícil de todos e dos jogos do gênero. Se por um lado o jogo Rocksmith usa uma guitarra real, para quem já toca, não há mistério.

Nova guitarra de Guitar Hero Live
Nova guitarra de Guitar Hero Live

Já no novo Guitar Hero Live, temos os habituais seis botões porém dispostos de forma diferente. São duas duplas de três botões lado a lado. Em cima ficam os pretos e embaixo os brancos, cada um deles corresponde a uma das três faixas da guitarra no jogo e devemos alternar entre brancas e pretas conforme o jogo pede.

Não achei muito prático esse sistema, preferia ainda as seis faixas e seus seis botões paralelos mas, conversando com algumas pessoas, as mesmas simpatizaram com o novo sistema. Particularmente não sei se é isso ou se é pelo apelo do retorno da série.

Guitar Hero Live gameplay

Entre trancos e barrancos, mortos e feridos, incrivelmente consegui completar uma música inteira em Guitar Hero Live e olha, fui melhor do que eu esperava. É fácil agora medir o seu desempenho com o novo sistema de avaliação durante a gameplay.

A cada nota que você erra ou acerta, o público e seus companheiros de banda começam a reagir, te incentivando ou vaiando a sua performance. É engraçado pois você realmente se vê no show, como um astro de rock e não quer que a sua moral caia perante os demais.

É um sistema bem legal pois além de passar um feedback quase que instantâneo, é feito através de reações com pessoas reais e não mais aqueles modelos 3D que sempre deixaram a desejar.

É possível ver esse sistema em ação no vídeo abaixo onde Lenny Kravitz e James Franco se aventuram em Guitar Hero Live:

Fico me imaginando o trabalho que deu fazer algo assim e não digo no sentido de capturar as imagens mas sim intercalar as mesmas conforme o desempenho do jogador e mais, não deixar as mesmas tão repetitivas, o que mataria todo o espírito da coisa.

No geral, gostei bastante da minha rápida experiência com Guitar Hero Live, apesar de ser um dos gêneros que eu menos tenho habilidade é um dos que mais me divertem. A nova versão trás diversas novidades em matéria de gameplay e um novo modelo de guitarra.

Os amantes da série com certeza vão comprar e jogar, a não ser que é claro, pensem duas vezes antes de gastar R$ 600 num jogo de video game, preço já anunciado pela Activision pelo novo Guitar Hero Live, que contará com o jogo e a guitarra inclusa.

O jogo chega ao Brasil no dia 12 de novembro, nos Estados Unidos o mesmo foi lançado ontem, terça-feira.

É um sul-mato-grossense e tem 27 anos, que começou no mundo dos games jogando Master System e Mega Drive, quando então conheceu o melhor console já criado neste mundo: o Super Nintendo. Já foi dono dos "clássicos" PSOne e PS2 e hoje passa horas disputando partidas nos battle royale da vida ou streamando!